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UFPB aponta declínio em casos confirmados e óbitos por Covid-19 no Vale do Mamanguape


O território do Vale do Mamanguape registrou, no mês de julho, um cenário de desaceleração e declínio na pandemia de Covid-19. A informação está em Relatório elaborado no Centro de Ciências Aplicadas e Educação (CCAE), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), que revela redução de 42% nos casos confirmados e 52% nos casos de óbitos. Ainda conforme o documento, os indígenas Potiguara atingem altos índices de imunização.

Os dados são do 20º Relatório Técnico da “Pesquisa de Monitoramento da Pandemia Covid-19 no território do Vale do Mamanguape. O vírus que parou o mundo”, do Grupo de Estudo e Pesquisa em Educação, Etnia e Economia Solidária do Campus IV da UFPB. O monitoramento é coordenado pelo professor Paulo Palhano – GEPeeeS-UFPB.

Um exemplo desse declínio é Pedro Régis, que de acordo com o último boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS), nessa quarta-feira, 18, zerou os casos suspeitos e confirmados de Covid-19 no município. A notícia é muito boa mas a SMS segue vigilante alertando a população para que intensifiquem os cuidados com o vírus e se vacinem. Na cidade todas as pessoas acima dos 18 anos já estão sendo imunizadas.

Ainda conforme os dados, no cenário da crise sanitária o Vale do Mamanguape registrou uma vertiginosa redução dos casos confirmados, de 917 pessoas contaminadas no mês anterior, para 647 novas ocorrências em julho, uma redução de 42%. Em termos cumulativos, os 12 municípios somaram 16.197 pessoas infectadas. Mas a redução drástica ocorreu nos registros de óbitos.


O documento aponta que a mortalidade por Covid-19 em julho foi de 14 vidas perdidas, em junho foram registrados 29, redução de 52% de óbitos. O Vale do Mamanguape totaliza 280 mortes por coronavírus.

Segundo o estudo, o processo de vacinação da população étnica Potiguara na Paraíba, atualmente situada em 32 aldeias, em território contínuo situado nos municípios de Rio Tinto, Marcação e Baía da Traição, atingiu percentuais de imunização bastante satisfatórios, considerando a população acima de 18 anos, aproximando-se de 100% em alguns casos.

Reportagem: Ascom/UFPB
Edição: Aline Lins
Foto: Oriel Farias

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